A secretária de Indústria e Comércio do Estado de Victóra na Austrália anunciou hoje (31/08/2010) o plano para a construção de uma usina de álcool combustível no estado e a fabricande de carros Australiana Holdens lançou o primeiro carro a álcool produzino na Australía. O Brasil importará 600 destes carros até dezembro que será lançado com o nome de Omega Fittipaldi. Assista o vídeo legendado para mais detalhes.
LAS VEGAS (Reuters) - Dois especialistas em segurança disseram nesta sexta-feira que criaram e lançaram uma ferramenta que possibilita o ataque aos smartphones com o sistema operacional Android da Google com o objetivo de forçar os fabricantes a corrigirem uma falha que permite a leitura de emails e SMS por hackers.
"Não foi difícil de desenvolver" disse Nicholas Percoco, diretor do Spider Labs, o qual, juntamente com um colega, lançou a ferramenta de ataque na conferência Defcon hacker's em Las Vegas.
Percoco disse que levou cerca de duas semanas para desenvolver o software malicioso que permite criminosos roubarem informações previlegiadas de aparelhos smartphones com Android.
"Existem pessoas com muito mais motivação para criar essas coisas do que nós" acrescentou.
A ferramenta foi batizada de root kit, que uma vez instalada, dá controle total aos periféricos do aparelho. 160 mil novas ativações do Android são feitas por dia segundo dados da Google.
"Nós poderíamos fazer o que quizéssemos sem deixar nenhum rastro" Percoco disse ainda.
Os ataques testes foram conduzidos no HTC Corp's Android-based Legend e Desire, mas Percoco agredita que ataques podem também ser realizados em outros tipos de aparelhos com o Android instalado.
A ferramenta foi distribuida em um DVD dada ao participantes da conferência.
Google e HTC não retornaram de imediato as nossas ligações para que pudessem comentar sobre o assunto.
Cerca de 10 mil hackers e especialistas em segurança compareceram à conferência Defcon, a maior do mundo da categoria, onde hackers e oficiais federais se misturam.
O participantes pagam $140 dólares em dinheiro vivo e não precisão informar seus nomes. Agentes federais se infiltram na audiência para tentar flagrar criminosos ou recrutar trabalhadores para combater crimes digitais ou mesmo trabalhar para o departamento de Defesa Americano.
Os organizadores da conferência dizem que os presentes lançam ferramentas tais como o Root Kit do Percoco para força fabricantes a corrigirem falhas.
(Reportagem de Jim Finkle; com apoio de Alexei Oreskovic em San Francisco; edição de Andre Grenon e tradução para o Português por Francisco Luz)
Estande na SBPC tem 12 instituições alemãs em busca de novos cientistas.
Há oportunidades para alunos de graduação e pós-graduação.
Iberê ThenórioDo G1, em Natal
Instituições alemãs estão procurando estudantes brasileiros para oferecer vagas de intercâmbio em nível superior e de pós-graduação. Em um estande montado na reunião anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em Natal, 12 universidades e centros de pesquisas da Alemanha mostram seus projetos e convidam alunos e professores para formar parcerias na área científica.
“Há muitas oportunidades para estudantes brasileiros. Já na graduação é possível fazer intercâmbio, que pode ser de um ou dois semestres. No mestrado é possível fazer ‘sanduíche’ [quando o aluno faz parte do curso no exterior]”, explica Anne Trettin, representante do estado alemão de Baden-Wütenberg, que trouxe as entidades à SBPC.
 |
| Anne Trettin, representante do estado alemão de Baden-Wütenberg, conta que falar alemão nem sempre é pré-requisito para conseguir vagas em cursos na Alemanha. (Foto: Iberê Thenório/G1 |
Além dos cursos, a Alemanha oferece também aos brasileiros bolsas de graduação e pós-graduação, concedidas por meio do DAAD, o Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico.
Para quem se assusta com a língua, Trettin explica que há muitos cursos em inglês, e nem sempre é necessário ter alemão fluente. “No doutorado quase não é preciso falar alemão. No mestrado também há cursos em inglês. Para graduação não são tantos, mas existem.”
Sobre a escolha do Brasil para investir em parcerias científicas, a alemã afirma que o país tem muita estrutura em pesquisa, e isso interessa aos europeus. “O Brasil tem uma força econômica e de pesquisa muito grande, está se desenvolvendo muito bem. É uma boa oportunidade para trabalharmos juntos.”
Entre as 12 instituições que se apresentam na SBPC está o Centro Alemão Aeroespacial, a Universidade Aberta de Berlim e a Universidade de Kiel. Quem quiser saber mais sobre bolsas oferecidas pelo governo alemão pode acessar o
site da DAAD (em português).